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Governo do RS investe em ajuste fiscal e parcerias

Adriana Lampert

Desburocratização, transversalidade entre secretarias, parcerias com a União entre outras iniciativas com foco em aumentar a competividade do Estado, devem nortear as ações do Governo Leite pelos próximos três anos e dois meses de gestão. A afirmativa foi reforçada pelos secretários estaduais de Governança e Gestão Estratégica, Claudio Gastal; e de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Ruy Irigaray durante a reunião-almoço Tá na Mesa promovida nesta quarta-feira (18) pela Federasul.

Irigaray destacou as medidas para acabar com a burocracia. "Nós já sugerimos ao governador a extinção de 74 decretos (que já ocorreu) e agora outros 40 serão analisados (para o mesmo processo de extinção). A ideia é tornar o Rio Grande do Sul em um estado ágil, e possibilitar que se torne atrativo para novos investimentos", afirmou o secretário. Ele também ressaltou as parcerias com o governo federal e o crescimento da abertura de novas empresas no primeiro semestre no Estado.

"As parcerias via BNDES, ministérios do Turismo e das Relações Exteriores e Casa Civil estão cada vez mais fortalecidas e presentes no dia a dia dos gaúchos, como nunca havia acontecido antes", apontou o titular da pasta de Desenvolvimento Econômico e Turismo. Segundo o gestor, o número de aberturas de empresas no Estado cresceu 14,27% no primeiro semestre, se comparado ao mesmo período no ano passado. Para Irigaray, o momento é de "otimismo" para o Rio Grande do Sul.

Dentre as iniciativas da pasta de Desenvolvimento Econômico e Turismo, o titular ainda citou a parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), que no próximo dia 24 irá inaugurar uma sede em Porto Alegre. "A agência irá se instalar dentro do prédio da Fiergs, com o objetivo de acirrar a promoção da indústria gaúcha", justificou. "Estamos dando velocidade e continuidade a ações do governo anterior, a exemplo das concessões e PPPs que já ocorreram", destacou Gastal. "Mas além deste conceito de continuidade, também trazemos o conceito de um estado que quer superar a crise, recuperar a autoestima e ter uma visão a longo prazo."

Neste sentido, o ajuste fiscal "se faz necessário para criar um ambiente propício à produtividade, ao empreendedorismo, ao investimento e ao desenvolvimento da qualidade de vida da população", completou Gastal.

Fonte: Jornal do Comércio, 19/09/2019.
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